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SERVIDORES ACEITAM 3% DE REAJUSTE E DIZEM A GREVE

 

Assembléia com baixa adesão do funcionalismo públicoCom uma baixa adesão dos servidores públicos municipais de Umuarama, o sindicato (Sispumu) da classe realizou nesta terça-feira (13) uma assembléia para deliberar se iriam aceitar a proposta de 3% feita pelo executivo ou optariam pela deflagração da greve.

Um número pequeno de servidores optou em paralisar as atividades, entretanto, em número maior votou em aceitar os 3% deixando assim de deflagrar a greve. Um grupo de servidores da educação se mobilizou em uma reunião paralela, para discutir a  renegociação com o prefeito Celso Pozzobom do projeto de Lei complementar 37/2017. Que altera o plano de carreira e salários dos professores, caso isso não venha acontecer os servidores irão pedir o apoio da maioria dos vereadores para que não aprovem o projeto.  Tendo em vista que o projeto é um retrocesso para a categoria.

Falta de união

José Donizete Galieta – Presidente Sispumu

O presidente do sindicato José Donizete Galieta, diz que os servidores que compareceram na assembléia podem deliberar e decidir por toda a classe, mesmo em pequeno número, no entanto, se caso fosse aprovada a greve, judicialmente ela não se sustentaria pelo fato da baixa adesão. “Explicamos aos servidores toda conseqüência que poderia ocasionar se de fato fosse deflagrada a greve. Hoje está ai a desvalorização do servidor onde o prefeito está dando somente 0,05% de ganho real em uma realidade de inflação que foi de 2,95%, mas a maioria optaram para a não paralisação e aceitar os 3% de reajuste. Ficou decido que os servidores trabalhem apenas dentro de suas possibilidades, não fazendo nada além que lhe foi determinado.”, explica Galieta.

Servidores a favor da deflagração da greve

Servidores contrário a greve

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