Policia

FAMÍLIA INDIGNADA PELA DEMORA DO RESULTADO DO EXAME DE DNA, FAZ APELO

Uma Família e um drama, sem poder sepultar o ente querido, a mãe e esposa da vítima de um crime horrendo, desabafam.

A família de Flávio Rodrigues da Silva (28) executado no dia 27 de janeiro deste ano procurou O Metropolitano para falar do descaso que o Estado está tratando a caso da morte de Flávio. A execução ocorreu na PR 468 que liga Umuarama a cidade de Mariluz onde na ocasião foi encontrado um veiculo totalmente incendiado e dentro do veículo um corpo carbonizado.

Esposa

A esposa Elizandra Brito fala da sua dor e do desrespeito do Estado com a família enlutada, ela lembra que o homicídio de seu marido foi em janeiro e até agora não houve por parte do IML de Curitiba nenhum pronunciamento a respeito do laudo de DNA. Ao contrário do caso ocorrido em Altônia onde foram executados a Miss da cidade e um empresário, que em menos de 30 dias o laudo saiu. Elizandra só quer acabar com esse sofrimento de vez, tirando os restos mortais de seu marido do IML e fazer um sepultamento digno, além disso, ela também quer registrar a filha de 2 meses.

Mãe

Maria Aparecida mãe Flávio fala dos problemas de saúde que vem enfrentado, a falta de informação e o descaso do Estado está deixando a mãe em um quadro depressivo. Ela também diz que a dor de uma mãe é muito grande, sabendo que seu filho está dentro de uma geladeira no IML sem poder sepultá-lo. “Eu sei como é a dor de perder um filho, não existe dor maior, o remédio só cura o dor do corpo a dor a alma só Deus pode curar.”, desabafa.

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