Pais têm até 14/1 para confirmar novas matrículas na rede estadual de Minas
Prazo presencial é obrigatório para evitar perda de vagas no ano letivo de 2026, garante Secretaria de Educação

Luciano Meira
Pais e responsáveis por estudantes encaminhados para novas matrículas na rede estadual de ensino de Minas Gerais precisam confirmar as vagas presencialmente até 14 de janeiro, diretamente na escola indicada pelo Sistema Único de Cadastro Escolar (Sucem). A medida, divulgada pela Secretaria de Estado de Educação (SEE-MG), aplica-se apenas a quem solicitou ingresso ou transferência via site do sistema, como alunos vindos de redes municipais, privadas ou institutos federais.
Confirmação obrigatória e documentos
A etapa é essencial para efetivar a vaga no ano letivo de 2026, segundo a coordenadora do Sucem, Marcilene Rodrigues, que enfatiza a necessidade de comparecimento com documentos como certidão de nascimento ou RG do estudante, CPF, comprovante de endereço atualizado e histórico escolar ou declaração de transferência, quando aplicável. Estudantes já matriculados na rede estadual tiveram a renovação automática e não precisam comparecer neste momento.
O Sucem organiza a distribuição de vagas em 775 municípios, priorizando critérios como zoneamento escolar, presença de irmãos na mesma unidade e atendimento prioritário a alunos com deficiência. Os responsáveis podem consultar a escola de destino no site do sistema, acessível online.
Consequências do não comparecimento
O não atendimento ao prazo resulta na perda automática da vaga, obrigando os interessados a aguardarem o período de remanescentes, entre 27 de janeiro e 6 de fevereiro, quando serão oferecidas as oportunidades não preenchidas. Em caso de dúvidas, a orientação é procurar a escola encaminhada ou a Superintendência Regional de Ensino (SRE) mais próxima.
A SEE-MG reforça que o processo visa transparência e equidade na alocação, com inscrições para novas vagas encerradas em novembro de 2025. O procedimento segue em meio a críticas de famílias sobre a rigidez do zoneamento, que limita escolhas individuais em prol da otimização de recursos públicos.
