Se for chorar manda áudio: Flávio, Michele, Zema, Nikolas e Moro perdem a compostura com alegoria de ‘Bozo preso’ na Acadêmicos de Niterói

Sem entregas concretas oposição aposta no mimimi nas redes enquanto isso, presidente aprova isenção de IR até R$ 5 mil e desmonta tarifaço de Trump e lidera pesquisas em todos os cenários

Reprodução Redes Sociais
Luciano Meira

O desfile de estreia da Acadêmicos de Niterói no Grupo Especial do Rio, na noite de domingo (15), transformou a Sapucaí em arena política com enredo pró-Lula, exibindo alegorias que retrataram o ex-presidente Bolsonaro como palhaço Bozo vestido de presidiário com tornozeleira eletrônica rompida e Michel Temer “roubando” a faixa presidencial de Dilma Rousseff, aludindo ao impeachment de 2016. A escola, que apostou no samba “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, levou Lula à avenida como símbolo de superação, com o presidente presente no sambódromo ao lado de Eduardo Paes, ovacionado pela multidão, enquanto a oposição bolsonarista, sem pauta positiva, recorreu a chiliques nas redes para reclamar de “propaganda eleitoral”. Em meio ao Carnaval, pesquisas confirmam Lula liderando todos os cenários para 2026, com 32% na espontânea e vitórias em segundos turnos contra todos os nomes da oposição e até o “mito” Bolsonaro, que segue inelegível e preso.‘Bozo preso’ e chilique coletivo da direita

A comissão de frente da Niterói já chegou com um palhaço Bozo de faixa presidencial fazendo gestos armamentistas, e os carros alegóricos não perdoaram: Bolsonaro como presidiário e Temer como vilão do golpe contra Dilma, em sátira que lembrou o “período de trevas” do governo anterior, conforme o livro da escola entregue à Liesa. Michele Bolsonaro, sempre pronta para o papel de vítima, lembrou que Lula “foi preso por corrupção”, ignorando que o petista saiu das grades após o julgamento haver sido considerado irregular, para vencer eleições e governar com aprovação crescente; Flávio Bolsonaro, o 01, soltou vídeo de IA atacando o presidente, provando que a criatividade da família se resume a deepfakes baratos. Nikolas Ferreira (PL-MG) ameaçou que, em 2022, haveria “busca e apreensão” na escola — como se o bolsonarismo não tivesse usado o Estado para censurar tudo que não aplaudisse o mito —, enquanto Romeu Zema questionou verba pública, esquecendo que seu governo mineiro vive de emendas federais de Lula; Sérgio Moro, o ex-juiz herói de araque, juntou-se ao coro, mas sem explicar por que seu podcast não decola como o futuro eleitoral do presidente. O TSE rejeitou ações para barrar o desfile, com Cármen Lúcia alertando para ilícitos, mas a oposição, coitada, só tem o Twitter para desabafar, já que na Sapucaí — e nas urnas — o povo samba com Lula.

Lula lidera pesquisas e aprova medidas concretas

Enquanto a turma do “vira a página” fica no mimimi carnavalesco, pesquisas como a CNT/MDA mostram Lula à frente em todos os cenários para 2026: 38,8% contra 27% de Bolsonaro no primeiro turno estimulado, e vitórias folgadas em segundos turnos contra Michelle (49% x 36%), ‘et caterva’. A popularidade do governo sobe, com 32% espontâneos, enquanto a rejeição ao bolsonarismo segue alta, explicando por que a oposição prefere atacar sambas a apresentar plano. Em um ano de realizações palpáveis, Lula sancionou a ampliação da isenção do Imposto de Renda para rendas até R$ 5 mil mensais a partir de 2026, beneficiando 20 milhões de brasileiros com zero imposto e descontos progressivos até R$ 7.350, corrigindo defasagens acumuladas e taxando os super-ricos acima de R$ 50 mil para equilibrar as contas — medida que deve injetar bilhões nos bolsos da classe média baixa.

Além disso, o presidente lançou o Programa Gás do Povo, ampliando o Auxílio Gás para famílias vulneráveis, garantindo botijão mais acessível em tempos de inflação global, e reverteu o tarifaço imposto por Donald Trump — o “amigo” de Bolsonaro que taxou produtos brasileiros em 25%, custando bilhões à indústria nacional —, negociando reduções que blindam exportações e empregos. São conquistas reais, que contrastam com a oposição sem pauta positiva, reduzida a reclamar de carnaval enquanto Lula dança na frente nas pesquisas e nas ruas.

Carnaval político e o samba da vitória

O desfile da Niterói, sem luxos excessivos mas com apoio de artistas, petistas e Fafá de Belém no lugar de Janja (que optou por assistir), apostou no nome de Lula para se firmar na elite carioca, ecoando o grito “olê, olê, olá, Lula Lula!” nas arquibancadas. A oposição acionou a Justiça alegando propaganda, mas levou um não do TSE, provando que a Sapucaí não é plenário do PL. Para Flávio, Michele, Zema, Nikolas e Moro, o samba veio como um tapa de luva: sem governo para mostrar, só resta espernear com o “Bozo preso”, enquanto Lula segue liderando com medidas que aliviam o bolso do povo — e rindo por último, como bom operário do Brasil.

O Metropolitano

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